sexta-feira, 14 de abril de 2017

SETE PALAVRAS DITAS POR JESUS NA CRUZ


1- PERDÃO:
“Pai, perdoa-lhes,  porque  não  sabem o  que  fazem” Lucas 23.34
Na oração de Jesus, ele expressa seu profundo amor e pede a Deus para perdoar seus malfeitores. O amor leva-nos a perdoar. O perdão tem  mão dupla. Ele cura quem perdoa e quem se sente perdoado. O perdão é melhor do que dez caixas de  sedativo porque alivia a angustia do coração humano. Jesus perdoou para testemunhar seu propósito ao subir à cruz e cumprir seu próprio ensinamento sobre o perdão.
Quem você precisa perdoar agora?
                                                 Declare o perdão para quem te ofendeu!


2- ESPERANÇA: 
“Em verdade te digo hoje, que estarás comigo no paraíso” Lucas 23.43
Em meio a tanto sofrimento Jesus não perdeu o foco principal da sua missão de salvar garantir a felicidade eterna aos que são salvos. Mesmo sofrendo terríveis dores, Jesus foi capaz de dar uma palavra de esperança para quem estava ao seu lado. Quando todos o abandonaram Ele nunca abandonou seus amigos. Quantas vezes falamos palavras duras em momentos de dor e isso só piora as coisas.
Precisa de uma palavra de esperança?
Jesus é seu amigo te fortalece!

3-RESPONSABILIDADE:
“Jesus, vendo sua mãe perto de João, a quem amava, disse-lhe: mulher, ele é seu filho” João 19.27
Imagine o olhar de Maria para Jesus ali na cruz, quando Jesus demonstra por ela uma, preocupação familiar. Dá a entender que José já havia falecido e João tornou-se a pessoa mais próxima capaz de ajudar na sua vida espiritual. Jesus cuidou de sua mãe assumindo a responsabilidade de filho mais velho, mas sabia que a partir dali não poderia mais. Então pediu o apoio de João para ajudar sua família.
Você tem assumido suas responsabilidades?
Seja responsável ao levar sua cruz!

4 - HUMANIDADE
“Tenho sede” João 19.28
Aqui está o grande paradoxo: Jesus é a fonte da água da vida e tem sede. Sua sede era humana, porém, a sede maior era “buscar e salvar o perdido” e os mortos nos seus delitos e pecados (Efésios 2.1). O vinagre que deram era um líquido corrosivo, mas Jesus é a água da vida que elimina o efeito corrosivo do pecado que corrompe a vida humana. A sede revela a fragilidade humana e nos faz sentir necessidade de buscar a Deus.
Qual tem sido a sua maior fraqueza?
Jesus pode saciar sua sede e suprir suas necessidades!


5- SACRIFÍCIO: 
“Jesus clamou: Eli, Eli lama sabactâni? Que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Mateus 27.46
Alguém disse que esse clamor tem duplo significado. Primeiro, foi o grito de dor como ser humano no momento em que, o caldeirão da ira de Deus, que deveria ser derramado sobre nós, caiu sobre Ele. Segundo, foi o brado de vitória pelo fato de estar cumprindo o projeto de Deus para salvar o mundo, citando o Salmo 22.1.
No momento de dor, a quem você tem clamado?
Clame ao Senhor e Ele te responderá!

6- REDENÇÃO: 
“Está consumado!” João 19.30
Jesus cumpriu com perfeição o plano de salvação projetado por Deus, do Éden até o dia da sua ascensão ao céu. Jesus selou com seu sangue o pacto na Nova Aliança. Esta  palavra “está consumado” (tetelestai) significa que sua obra está completa, como um carimbo, cuja tinta é o sangue de Cristo, para a remissão de pecados. Aquele que crer e aceitar que o sangue de Jesus Cristo foi derramado para a remissão de seus pecados, “está livre da lei do pecado e da morte” (Romanos 8.1-2).
O Deus começou em sua vida e precisa completar?
Deus cumprirá suas promessas em sua vida!

7- ENTREGA:
”Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” Lucas 23.46
Ele deu um brado em alta voz citando o Salmo 31.5 e constatou-se sua morte física. A salvação é de graça, mas custou alto preço, o Cordeiro imaculado foi sacrificado por nós na cruz. Jesus não foi assassinado, Ele morreu voluntariamente e o que o matou não foram os cravos e espinhos e sim os pecados da humanidade que pesaram sobre Ele.





E quais são suas SETE palavras para Jesus neste momento?????



segunda-feira, 10 de abril de 2017

AS LEBRES E AS RÃS

Autor: Esopo



As lebres, animais envergonhados por natureza, sentiam-se oprimidas com tanto acanhamento. Como viviam, todo o tempo, com medo de tudo e de todos, cansadas, decidiram dar um fim às suas angústias.

Então, decidiram acabar com às suas vidas. Concluíram que assim resolveriam todos os seus problemas. Combinaram então que se jogariam do alto de um montanha, para as profundas e escuras águas de um lago.

Assim, quando correm para a montanha, várias Rãs que descansavam escondidas pela grama à beira do mesmo, tomadas de medo ante o barulho de suas pisadas, desesperadas, pulam na água, em busca de proteção.

Ao ver o medo que sentiam as Rãs em fuga, uma das Lebres disse às amigas:

Não mais devemos fazer isso que combinamos minhas amigas! Sabemos agora, que existem seres mais medrosas que nós.



Moral da História:

Julgar que nossos problemas são os mais importantes do mundo, não passa de ilusão.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O ASNO EM PELE DE LEÃO

Autor: Esopo



Um Asno, ao colocar sobre suas costas uma pele de Leão, andava pela floresta divertindo-se com o terror que causava aos animais que ia encontrando pelo seu caminho.

Por fim encontra uma Raposa, e também tenta amedrontá-la. Mas a Raposa, tão logo escuta o som de sua voz, exclama com ironia:

Eu certamente teria me assustado, se antes, não tivesse escutado o seu zurrar.




Moral da História:

Um tolo pode se esconder por trás das aparências, mas suas palavras acabarão por revelar à todos quem na verdade ele é.

sábado, 1 de abril de 2017

Porque o 1º de Abril é considerado o Dia da Mentira



 
Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia das mentiras ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day, "Dia dos Tolos [de Abril]"; na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente "peixe de abril".


No Brasil

O primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

Superstições

Tradicionalmente, supõe-se que as peças encerrem à meia-noite. Supõe-se que os feitos posteriormente tragam a má sorte ao perpetrador. Contudo, isto não é universalmente aceito, e muitas peças já foram praticadas depois da meia-noite.

Alguém que não consegue aceitar os truques, ou tirar proveito deles dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita menina será recompensado com o matrimônio, ou pelo menos a amizade dela.


Atualidade

A Internet faz com que seja difícil de saber se uma peça é perpetrada antes ou depois do meio-dia. Os fusos horários são diferentes em partes diferentes do mundo. O 1 de abril (ou primeiro de abril) não acontece simultaneamente em todo o mundo.

Pessoas não-residentes no ocidente pouco conhecem o costume do Dia das Mentiras e são mais vulneráveis a peças na internet.


Boatos

"Em primeiro de Abril vão os burros aonde não devem ir". Muitas organizações de mídia propagaram inconscientemente ou deliberadamente peças no Dia das Mentiras. Mesmo agências de notícias sérias consideram o Dia das Mentiras uma brincadeira normal, e uma tradição anual.

O advento da internet como um meio de comunicação mundial serviu para facilitar os traquinas no seu trabalho.






http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_mentira

segunda-feira, 27 de março de 2017

O CARVALHO E OS JUNCOS

Autor: Esopo


Um enorme carvalho, ao ser puxado do chão pela força de forte ventania, rio abaixo é levado pela correnteza. Arrastado pelas águas, ele cruza com alguns Juncos, e em tom de pranto exclama:

Gostaria de ser como vocês, que de tão delicados e esguios, não são de modo algum afetados por estes fortes ventos.

E eles responderam:

Você competiu e lutou com o vento, por isso mesmo foi destruído. Nós ao contrário, nos curvamos, mesmo diante do mais leve sopro da brisa, e por esta razão permanecemos inteiros e a salvo.


Moral da História:
Para vencer os mais fortes, não devemos usar a força, mas antes disso, inteligência e humildade.

segunda-feira, 20 de março de 2017

A GALINHA DOS OVOS DE OURO

                                                                                                                                         Autor: Esopo


A galinha dos ovos de ouro é uma das fábulas mais conhecida do Esopo, assim com a formiga e a cigarra, A tartaruga e a lebre.


Um fazendeiro e sua esposa tinham uma galinha que, todo dia sem falta, botava um ovo de ouro.

Desconfiados de que dentro dela teria uma grande quantidade de ouro, mataram ela para enfim pegar tudo de uma só vez.

Então, para surpresa dos dois, viram que a galinha, em nada era diferente das outras.

Assim, o casal de tolos, desejando enriquecer de uma só vez, acabam por perder o ganho diário que já tinham.


Moral da História:
Quem tudo quer, tudo perde.

segunda-feira, 13 de março de 2017

O URSO E AS ABELHAS

Autor:Esopo



Um Urso procurava por entre as árvores, pequenos frutos silvestres para sua refeição matinal, quando deu de cara com uma árvore caída, dentro da qual, um enxame de abelhas guardava seu precioso favo de mel.

O Urso, com bastante cuidado, começou a farejar em volta do tronco tentando descobrir se as abelhas estavam em casa.

Nesse exato momento, uma das abelhas estava voltando do campo, onde fora coletar néctar das flores, para levar à colmeia, e deu de cara com o matreiro e curioso visitante.

Receosa do que pretendia o Urso fazer em seguida, ela voou até ele, deu-lhe uma ferroada e desapareceu no oco da árvore caída.

O Urso, tomado de dor pela ferroada, ficou furioso, e incontrolável, pulou em cima do tronco com unhas e dentes, disposto a destruir o ninho das abelhas. Mas, isso apenas o fez provocar uma reação de toda colmeia.

Assim, ao pobre Urso, só restou fugir o mais depressa que pode em direção a um pequeno lago, onde, depois de nele mergulhar e permanecer imerso, finalmente se pôs à salvo.

Moral da História:

É mais sábio suportar uma simples provocação em silêncio, que despertar a fúria incontrolável de um inimigo mais poderoso.

Ou então: Mais vale suportar um só ferimento em silêncio, que perder o controle e acabar todo machucado. 

segunda-feira, 6 de março de 2017

AS DUAS CABRAS

Autor: Esopo



Duas Cabras brincavam alegremente sobre as pedras, na parte mais elevada de um vale montanhoso. Ocorre que se encontravam separadas, uma da outra, por um abismo, em cujo fundo corria um caudaloso rio que descia das montanhas.

O tronco de uma árvore caída era o único e estreito meio de cruzar de um lado ao outro do despenhadeiro, e nem mesmo dois pequenos esquilos eram capazes de cruzá-lo ao mesmo tempo, com segurança.

Aquele estreito e precário caminho era capaz de amedrontar mesmo o mais bravo dos pretendentes à travessia, Exceto aquelas Cabras.

Mas, o orgulho de cada uma delas, não permitiria que uma permanecesse diante da outra, sem que isso não representasse uma afronta aos seus domínios, mesmo estando separadas pela funda garganta.

Então resolveram, ao mesmo tempo, atravessarem o estreito caminho, para brigarem entre si, com o propósito de decidir qual delas deveria permanecer naquele local. E no meio da travessia as duas se encontraram, e começaram a se agredir mutuamente com seus poderosos chifres.

Desse modo, firmes na decisão de levar adiante o forte desejo pessoal de dominação, nenhuma das duas mostrava disposição em ceder caminho à adversária. Assim, pouco tempo depois, acabaram por cair na profunda grota, e logo foram arrastadas pela forte correnteza do rio.



Moral da História:

É melhor abrir mão do orgulho do que chamar para si a desgraça através da vaidade e teimosia.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

OS VIAJANTES E A ÁRVORE

Autor: Esopo



Dois viajantes, exaustos, depois caminharem sob o escaldante sol do meio dia, decidiram descansar à sombra de uma frondosa árvore.


Após deitarem-se debaixo daquela refrescante e oportuna sombra, um dos viajantes, ao reconhecer que tipo de árvore era aquela, disse para o outro:

"Como é inútil esse Plátano![1] Não produz nenhum fruto, e apenas serve para sujar o chão com suas folhas."

"Criaturas ingratas!", disse uma voz vindo da árvore. "Vocês estão aqui sob minha refrescante e acolhedora sombra, e ainda dizem que sou inútil e improdutiva?"


Moral da História:


Alguns homens menosprezam os melhores benefícios que recebem apenas porque nada tiveram que pagar por estes.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O TOURO E O MOSQUITO

Autor: Esopo



Um Mosquito que estava voando, a zunir em volta da cabeça de um Touro, depois de um longo tempo, pousou em seu chifre, e pedindo perdão pelo incômodo que supostamente lhe causava, disse: "Mas, se, no entanto, meu peso incomoda o senhor, por favor é só dizer, e eu irei imediatamente embora!"

Ao que lhe respondeu o Touro: "Oh, nenhum incômodo há para mim! Tanto faz você ir ou ficar, e, para falar a verdade, nem sabia que você estava em meu chifre."

Com frequência, diante de nossos olhos, julgamo-nos o centro das atenções e deveras importantes, bem mais do que realmente somos diante dos olhos do outros.



Moral da História:

Quanto menor a mente, maior a presunção.